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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Bromélia

Nome popular: Bromélia-Imperial

Nome científico: Alcantarea Imperialis (Carrière) Harms Família: Bromeliaceae

Características: A bromélia-imperial é uma planta herbácea, rupícola, de grandes proporções e elevado valor ornamental. Ela é acaule, com folhas longas e largas, coriáceas, com superfície cerosa, dispostas em roseta e formando um "vaso" no centro da planta, onde acumula água e nutrientes. Pode atingir cerca de 1,5 metros de diâmetro quando adulta. Suas raízes são fortes, fibrosas e se prestam não somente para nutrição da planta, mas principalmente para sua forte fixação sobre o substrato. Essa característica permite que esta bromélia se fixe em paredões rochosos verticais.
Inflorescência ereta, terminal, ramificada, bem mais alta que a folhagem, com brácteas brilhantes de cor marrom-avermelhada, com numerosas flores de cor amarela. Multiplica-se por sementes e eventualmente pelas mudas que se formam por brotações de estolões. Atrai polinizadores, especialmente os beija-flores. 
 É uma planta rústica, resistente ao vento e à maioria das pragas e doenças.

Bromélia-Imperial: a beleza explode em cores


De cada dois tipos de árvore da floresta da Mata Atlântica, um é nativo dali e não se encontra em nenhum outro local do planeta. A maioria das espécies de palmeira também é exclusiva da Mata Atlântica. Mas o recorde fica por conta das bromélias, plantas epífitas, que se fixam nos galhos e troncos de árvores e chegam a compor 70% do total de variedades existentes.
 Por ser uma espécie ornamental muito apreciada em projetos paisagísticos, a Bromélia corre sérios riscos de desaparecer. A inclusão de bromélias não só nos jardins como também em ambientes internos tem sido surpreendente. Isso significa que a procura por espécies é cada vez maior, estimulando a coleta predatória, facilitando a extinção da planta. 



 Mas, não só a ornamentação (que traz grandes lucros  aos comerciantes e estimula a coleta predatória) é responsável por esta ameaça  de extinção das bromelias. Há também a devastação de seus habitats naturais, por aqueles que a julgam proliferadora de insetos responsáveis pela transmissão de doenças como a malária e a dengue.

As mudas produzidas em viveiros é uma alternativa para diminuir, e  quem sabe, acabar, com a coleta predatória e devastadora do ambiente. As bromélias exercem importante papel no equilíbrio ecológico, como alimento, moradia e refúgio para inúmeros seres vivos - desde protozoários até mamíferos, sendo então, necessária sua preservação.




Coleção DE OLHO NO MUNDO – Revista Recreio – Mata Atlântica: A floresta corre perigo – Livro 1 – ano 2000
Fonte Foto: http://www.baixaki.com.br/papel-de-parede/19723-bromelia.htm; colunadosardinha.wordpress.com

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Introdução


Os seres vivos vivem dentro de um perfeito equilíbrio ecológico mantido principalmente através da cadeia alimentar que é o ciclo vital que garante o equilíbrio e a reprodução dos ecossistemas.
A extinção de determinada espécie ou população pode ocasionar um desequilíbrio ecológico resultante de atividades humanas desordenadas, causando perturbações, a curto, médio e longo prazo, nos ecossistemas naturais.


No Brasil, a Mata Atlântica perdeu mais de 90% de seu território. Uma das florestas mais ricas do planeta, com milhares de espécies animais e vegetais, merece sobreviver.
Por conter espécies únicas, cada pedaço de mata derrubada significa risco de extinção para eles. Calcula-se que mais de 170 espécies de animais brasileiros em risco de desaparecer vivam no que ainda resta da Mata Atlântica.

A Amazônia, a maior vitrine de espécies vivas da Terra e um dos nossos mais ricos patrimônios  naturais, pode desaparecer se não for bem cuidada e protegida.  
Amazônia-se a floresta acabar, animais grandes e pequenos
podem desaparecer
                          A Floresta Amazônica tem uma das maiores biodiversidades do planeta. Muitas das espécies existentes lá estão quase extintas, ameaçadas pelas queimadas, pelo desmatamento e pela biopirataria.


Causas e consequências da extinção

As causas da extinção das espécies são as mais diversas: mudanças no ambiente, falta de alimento, dificuldades de reprodução e, sobretudo, a ação destruidora do homem.
 As alterações climáticas colaboram na extinção de espécies,assim como a poluição, o desmatamento, a caça ilegal, doenças introduzidas no ambiente pelo homem, entre outros fatores ligados a atividade humana. 
        Uma das conseqüências da extinção das espécies é o desequilíbrio das cadeias alimentaresCom a redução do número de animais carnívoros, por exemplo, há proliferação de herbívoros, o que pode aniquilar alguns tipos de vegetal.


Formas de evitar a extinção

Algumas das maneiras de evitar a extinção são criar projetos de proteção ambiental, fiscalizar de forma mais rígida as leis já existentes no combate ao comércio ilegal de animais exóticos e do desmatamento, conscientizar a população da importância da preservação da fauna e da flora brasileira e mundial, entre outras.



Nas próximas postagens vamos mostrar algumas espécies da fauna e da flora brasileira e mundial que estão em risco de extinção.
Outros exemplos de animais em extinção no Brasil no vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=LeBxx7zY9WM&NR=1&feature=fvwp Esperamos sua visita! =)




Coleção DE OLHO NO MUNDO - Revista Recreio - Mata Atlântica: A floresta corre perigo - Livro 1 - ano 2000
Coleção DE OLHO NO MUNDO - Revista Recreio - Amazônia: Um equilíbrio delicado - Livro 10 - ano 2000
Fonte imagem: biogeo10.wordpress.com; serfranco.wordpress.comacordameupovo.blogspot.com